Projetos cofinanciados na área do ambiente

 

 

Acrónimo: LIFE LUNGS

Designação do Projeto: Towards a more resilient Lisbon UrbaN Green InfraStructure as an adaptation to climate change

Código do Projeto n.º: LIFE18 CCA/PT/001170

Programa de Financiamento: Comissão Europeia – LIFE Climate Action

Objetivo principal: Este projeto tem como principal objetivo implementar a EMAAC -Estratégia Municipal de Adaptação Climática (2017), alavancando a infraestrutura verde urbana (UGIS) como uma ferramenta para a adaptação às alterações climáticas promovendo e desenvolvendo os serviços ecossistémicos associados, de acordo com as diversas políticas e garantir uma gestão sustentável da UGIS, aumentando assim a Estratégia de Lisboa de resiliência e resistência às alterações climáticas.

Região de intervenção: Cidade de Lisboa e Área Metropolitana de Lisboa

Entidade beneficiária: Câmara Municipal de Lisboa (integrada num consórcio)

Data de aprovação: 16-06-2019

Data de início: 16-09-2019

Data de conclusão: 31-08-2024

Custo total elegível: 2.738.880,00 EUR

Apoio financeiro da União Europeia: 1.506.384,00 EUR

Apoio financeiro público nacional/regional: 1.233.341,00 EUR

Coordenação: Câmara Municipal de Lisboa

Parceiros: Ayuntamiento de Málaga (Espanha)

Objetivos, atividades e resultados esperados/atingidos
Este projeto pretende demonstrar um conjunto de acções no âmbito da infraestrutura verde promovendo respostas às alterações climáticas ao nível da adaptação. A infraestrutura verde  e a utilização de soluções de base natural será o enfoque deste projeto demonstrando que têm um papel cada vez mais decisivo no combate a vários dos problemas gerados pelas alterações climáticas em meio urbano e procurando demonstrar a sua rentabilidade e o seu enorme potencial de replicação sobretudo para as cidades do Sul da Europa.

Pretende-se neste projecto demonstrar em vários espaços da infraestrutura verde soluções técnicas que respondam à necessidade de aumentar o ensombramento em parques e meios urbanos, monitorizando-se a consistência desta ferramenta em várias circunstâncias como resposta às ondas de calor. No que respeita ao ciclo da água, pretende-se promover soluções que sejam replicáveis no sentido de dispensar a utilização de água potável, mas também fomentar os bons usos deste recurso em hortas urbanas municipais. No que respeita aos desafios das escorrências resultantes de elevada pluviosidade concentrada, pretende-se que sejam criadas e monitorizadas soluções de apanhamento, retenção e infiltração e águas, avaliando diferentes soluções técnicas e modelando os diferentes desempenhos para potencial replicação.

Pretende-se demonstrar que as soluções de base natural e que a infraestrutura verde são ferramentas viáveis ao serviço do combate às alterações climáticas, gerando ainda um conjunto de mais-valias para além de ambientais. Estas mais-valias, financeiras, sociais e outras, tais como a biodiversidade, serão analisadas nestas 4 diferentes vertentes de demonstração.

Links:

Site do Projeto
Facebook LIFE in Portugal

Fotos, vídeos e outros suportes audiovisuais:
 

 

Designação do projeto | Parque Urbano na Encosta Nascimento Costa

Código do projeto | LISBOA-08-4943-FEDER-000060

Objetivo principal | Promover a integração social e combater a pobreza e qualquer discriminação

Região de intervenção | Área Metropolitana de Lisboa - Freguesia do Beato

Entidade beneficiária | 500051070, Município de Lisboa

Data de aprovação | 25-05-2018

Data de início | 16-04-2018

Data de conclusão | 15-07-2019

Custo total | 131.170 €

Custo total elegível |131.170 €

Apoio financeiro da União Europeia | 65.585 €

Apoio financeiro público nacional/regional | 65.585 €

Objetivos:

  • Melhorar as acessibilidades pedonais respeitando, tanto quanto possível, os trilhos e atravessamentos existentes, uma vez que estes reflectem a conveniência dos seus utilizadores, requalificando a escada de construção precária que faz a ligação entre a zona a intervencionar e a Rua Almirante Sarmento Rodrigues, utilizada diária e intensamente pela população do bairro e dos bairros limítrofes;
  • Reforçar e instalar espaços verdes regeneradores do ar e produtivos do ponto de vista ambiental, mantendo a permeabilidade do solo;
  • Integrar e estrutural localmente as hortas comunitárias de subsistência existentes e criar outras, dotando-as de redes de protecção que respeitem os novos limites definidos e de abrigos para guarda de material dos utilizadores locais;
  • Implementar e estruturar zonas de estadia e lazer adequadas, equipadas de mobiliário urbano [bancos, papeleiras, bebedouros e luminárias], dotadas de sombreamentos;
  • Criar zonas de recreio activo que permitam a prática desportiva, através da implementação de um pequeno parque de Street Workout;
  • Melhorar a segurança pública.

 

Designação do projeto | Corredor Estruturante Vale de Alcântara – Unidade de Projeto - viaduto ciclopedonal de ligação do Aqueduto à Calçada da Quintinha/Calçada do Baltazar

Código do projeto | Lisboa-06-2016-08

Objetivo principal | Apoiar a Transição  para uma Economia com Baixo Teor de Carbono Região de intervenção | Lisboa

Entidade beneficiária | Município de Lisboa

Data de aprovação | 25-05-2018

Data de início | 04-09-2018

Data de conclusão | 01-02-2019

Custo total elegível | 1.254.630,40€

Apoio financeiro da União Europeia | FEDER- 627.315,20€

Apoio financeiro público nacional/regional | 627.315,20€

Partindo do “Corredor Verde Monsanto - Parque Eduardo VII”, nasce, no Parque Urbano da Quinta do Zé Pinto, o novo Vale de Alcântara que, bordejando o Parque Florestal de Monsanto, segue um percurso assente na sucessão de novos espaços verdes até à Avenida de Ceuta.

Toda a intervenção assenta na implementação de um percurso ciclável de duplo sentido e a requalificação das áreas de circulação pedonais, associados à implementação de equipamento e de ampliação e requalificação das áreas verdes, contribuindo para a valorização deste contexto urbano.

Pretende-se que a criação deste percurso minimize o isolamento de alguns bairros e zonas que estão trancados numa rede viária e ferroviária que condiciona e/ou impede as ligações em modos suaves.

Neste ponto em que a Avenida Gulbenkian se encontra com a Avenida de Ceuta, uma série de ramos que as ligam ao eixo norte-sul, em paralelo com a linha de caminho-de-ferro, tornam inviável a possibilidade de circulação pedonal, sendo a circulação ciclável extremamente perigosa devido ao trânsito intenso, velocidade e aos declives acentuados em ambos os sentidos.

A impossibilidade de transpor com segurança o nó viário e a linha ferroviária que existem a jusante do aqueduto das Águas Livres condicionou a necessidade da construção de um viaduto ciclopedonal, eliminando-se assim mais uma barreira e potenciando os acessos entre o bairro da Bela Flor e o interface da estação de Campolide.

 

Designação do projeto | Corredor Estruturante Vale de Alcântara – Unidade de Projeto do Bairro da Liberdade (ligação ciclopedonal)

Código do projeto | Lisboa-06-2016-08

Objetivo principal | Apoiar a Transição  para uma Economia com Baixo Teor de Carbono Região de intervenção | Lisboa

Entidade beneficiária | Município de Lisboa

Data de aprovação | 25-05-2018

Data de início | 27-03-2018

Data de conclusão | 31-10-2018

Custo total elegível | 592.331,13€

Apoio financeiro da União Europeia | FEDER - 296.165,57€

Apoio financeiro público nacional/regional | 296.165,56€

Partindo do “Corredor Verde Monsanto - Parque Eduardo VII”, nasce, no Parque Urbano da Quinta do Zé Pinto, o novo Vale de Alcântara que, bordejando o Parque Florestal de Monsanto, segue um percurso assente na sucessão de novos espaços verdes até à Avenida de Ceuta.

Toda a intervenção assenta na implementação de um percurso ciclável de duplo sentido e a requalificação das áreas de circulação pedonais, associados à implementação de equipamento e de ampliação e requalificação das áreas verdes, contribuindo para a valorização deste contexto urbano.

Pretende-se que a criação deste percurso minimize o isolamento de alguns bairros e zonas que estão trancados numa rede viária e ferroviária que condiciona e/ou impede as ligações em modos suaves.

O traçado desenvolve-se maioritariamente sobre a estrutura de percursos existente e paralelamente à introdução deste percurso, prevê-se a requalificação das áreas de circulação pedonal, áreas de estadia e a área do estacionamento sob o viaduto do Eixo Norte-Sul, garantindo ainda a continuidade formal e funcional do espaço, aumentando os níveis de conforto humano, quer pela introdução de vegetação, quer pelo seu afastamento à rede viária.

 


Designação do projeto | Corredor Estruturante Vale de Alcântara – Unidade de Projeto da Quinta Bela Flor (ligação ciclopedonal)

Código do projeto | Lisboa-06-2016-08

Objetivo principal | Apoiar a Transição  para uma Economia com Baixo Teor de Carbono Região de intervenção |Lisboa

Entidade beneficiária | Município de Lisboa

Data de aprovação | 25-05-2018

Data de início | 04-12-2017

Data de conclusão | 31-10-2018

Custo total elegível | 1.087.065,47€

Apoio financeiro da União Europeia | FEDER - 543.532,74€

Apoio financeiro público nacional/regional | 543.532,73€

Partindo do “Corredor Verde Monsanto - Parque Eduardo VII”, nasce, no Parque Urbano da Quinta do Zé Pinto, o novo Vale de Alcântara que, bordejando o Parque Florestal de Monsanto, segue um percurso assente na sucessão de novos espaços verdes até à Avenida de Ceuta.

Toda a intervenção assenta na implementação de um percurso ciclável de duplo sentido e a requalificação das áreas de circulação pedonais, associados à implementação de equipamento e de ampliação e requalificação das áreas verdes, contribuindo para a valorização deste contexto urbano.

Pretende-se que a criação deste percurso minimize o isolamento de alguns bairros e zonas que estão trancados numa rede viária e ferroviária que condiciona e/ou impede as ligações em modos suaves.

O objetivo desta obra é criar um parque urbano, parte integrante do Corredor Estruturante Vale de Alcântara. Trata-se de uma área relativamente extensa (cerca de 4ha) constituída essencialmente por aterros, sem qualquer ocupação ou tratamento com exceção de algumas zonas preenchidas com hortas ilegais e muito poucos exemplares arbóreos. Através deste parque garante-se a continuidade do corredor verde com o seu percurso pedonal e ciclável, desde a Calçada da Quintinha até perto da entrada da passagem inferior sob a linha férrea (a construir) que garantirá a ligação com a Av. de Ceuta.

A criação deste parque urbano tem também como objetivo beneficiar diretamente a população estabelecida nos seus limites, nomeadamente a do Bairro da Bela Flor. Será dada atenção à vegetação com o reforço das plantações arbóreas e arbustivas e o estabelecimento de revestimentos herbáceos em regime de sequeiro e regadio numa perspetiva sustentável no que respeita à manutenção.


Designação do projeto | Corredor Estruturante Vale de Alcântara – Unidade de Projeto da Estação de Campolide (ligação ciclopedonal)

Código do projeto | Lisboa-06-2016-08

Objetivo principal | Apoiar a Transição  para uma Economia com Baixo Teor de Carbono Região de intervenção |Lisboa

Entidade beneficiária | Município de Lisboa

Data de aprovação | 25-05-2018

Data de início | 12-02-2018

Data de conclusão | 15-10-2018

Custo total elegível | 483.265,19€

Apoio financeiro da União Europeia | FEDER - 241.632,60€

Apoio financeiro público nacional/regional | 241.632,59€

Partindo do “Corredor Verde Monsanto - Parque Eduardo VII”, nasce, no Parque Urbano da Quinta do Zé Pinto, o novo Vale de Alcântara que, bordejando o Parque Florestal de Monsanto, segue um percurso assente na sucessão de novos espaços verdes até à Avenida de Ceuta. Toda a intervenção assenta na implementação de um percurso ciclável de duplo sentido e a requalificação das áreas de circulação pedonais, associados à implementação de equipamento e de ampliação e requalificação das áreas verdes, contribuindo para a valorização deste contexto urbano.

Pretende-se que a criação deste percurso minimize o isolamento de alguns bairros e zonas que estão trancados numa rede viária e ferroviária que condiciona e/ou impede as ligações em modos suaves.

Atualmente pouco fluido para peões e ciclistas, o acesso à interface ferroviária de Campolide, ponto de partida de comboios para múltiplos destinos dentro e fora da Grande Lisboa, sofre grandes melhorias para a circulação de pessoas a pé ou de bicicleta.

A intervenção desenvolve-se a partir do cruzamento do viaduto na Calçada da Estação com a rua B ao Bairro da liberdade até à Av. Calouste Gulbenkian (viaduto ferroviário de Santana de Cima).

A principal alteração consiste na supressão de uma via, sentido Norte–Sul, passando esta a fazer-se exclusivamente pela Calçada da Estação. Esta opção permite a ampliação da área pedonal adjacente à estação, bem como a criação do canal segregado de circulação ciclável. Para além desta transformação, realça-se a formalização de um percurso ciclopedonal em associação a duas Praças de estadia e transição, sob o Aqueduto das Águas Livres, valorizando a relação humana com o aqueduto.

Candidatura aprovada em regime de aprovação condicionada – Overbooking – Mobilidade Territorial – Percursos e corredores cicláveis - Continuação
 

Designação da Operação: Percursos e corredores cicláveis - Continuação

Código da Operação: LISBOA-02-0650-FEDER-001206

Data de Início da Operação: 2009/10/15

Data de Conclusão da Operação: 2015/06/26

Custo Total: 995.173,12 € 

Custo Total Elegível: 995.173,12 €

Taxa co-financiamento: 65,00%

Comparticipação (Fundo): 646.862,53€ 
 

Esta candidatura designada por "Percursos e Corredores Cicláveis - Continuação/Corredor Central Bensaúde-Belavista" visa complementar a rede de percursos e corredores cicláveis, rede essa que já foi anteriormente apresentada a candidatura QREN, tendo obtido financiamento para alguns troços. Pretende-se agora o financiamento de mais três troços dessa rede (Troço Rua Tomás da Fonseca e Azinhaga das Galhardas,  Jardim do Campo Grande-Vale de Chelas e Telheiras- Campo Grande  em que o Município já concretizou o investimento, criando uma ligação transversal de fecho de malha numa área planáltica da Cidade, ligando polos de serviços desde uma ponte ciclopedonal sobre a 2ª circular, atravessando um campus universitário, ligando a um parque urbano entretanto renovado (Campo Grande) e seguindo na direção oriental da Cidade a percursos cicláveis já executados que servem a área de serviços do LNEC, CHPL, Aeroporto, Parque da Belavista e Parque das Nações. 

As ligações agora propostas constituem em conjunto um trajeto fundamental na rede ciclável de Lisboa. Proporcionam o fecho de malha no que concerne à rede ciclável, consolidando a opção pela bicicleta numa área da cidade sem declives relevantes e servindo diversas áreas residenciais e de equipamentos e serviços. Respondendo ao desígnio da intermodalidade, estas ligações cicláveis concêntricas contrastam com as ligações de metropolitano radiais com que se cruzam (linha amarela na Cidade Universitária e Linha Verde em Alvalade), contribuindo assim para a melhoria do desempenho do sistema de transportes como um todo, e permitindo que a bicicleta seja utilizada como complemento para um mais fácil acesso ao sistema de transportes pesado.


Designação do projeto: Recolha Seletiva porta-a-porta em Lisboa: Proximidade e Inovação

Código do projeto: POSEUR- 03-1911-FC-000137

Objetivo principal: Promover o alargamento da recolha seletiva porta-a-porta na cidade de Lisboa, bem como, a introdução de novas tecnologias integradas de informação de forma a envolver os cidadãos nas políticas de desenvolvimento sustentável do Município através da disponibilização de informação sobre o sistema de recolha seletiva implementado na sua zona de residência.

Região de intervenção: Lisboa

Entidade beneficiária: Município de Lisboa

Data de aprovação: 30-05-2018

Data de início: 01-01-2017

Data de conclusão: 30-06-2020

Custo total elegível: 985.795,80€ FEDER/FC total 

Apoio financeiro da União Europeia: 837.926,43€

Apoio financeiro público nacional/regional: 147.869,37€

Objetivos, atividades e resultados esperados/atingidos:
A operação visa complementar os investimentos necessários e adequados à implementação de algumas das medidas preconizadas no Plano de Ação do Município de Lisboa para o cumprimento do PERSU 2020 aprovado pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA), em julho de 2015.

As ações da operação a que o Município se candidatou foram as seguintes:

  • aquisição de contentores de 140 e 240 litros de capacidade para a recolha seletiva porta-a-porta de papel/cartão e embalagens;
  • aquisição de contentores de 7, 140 e 240 litros de capacidade para a recolha seletiva porta-a-porta de orgânicos no sector residencial e em novos estabelecimentos comerciais equiparados ao setor doméstico;
  • aquisição de 4 viaturas de 8 m3 para o alargamento da recolha seletiva porta-a-porta quer multimaterial quer de orgânicos;
  • aquisição de uma App móvel – “Gestão Inteligente de Resíduos”.

Pretende-se com estas ações implementar as seguintes medidas na cidade de Lisboa:

I - Alargamento da recolha seletiva porta-a-porta de papel/cartão e embalagens na cidade de Lisboa;
A implementação do porta-a-porta na cidade de Lisboa em substituição do anterior sistema por ecopontos tem demonstrado uma maior captura de materiais recicláveis per capita. As áreas/freguesias que serão alvo de implementação do sistema de recolha seletiva porta-a-porta encontram-se já definidas no Plano de Ação do Município de Lisboa prevendo-se nesta fase iniciar a sua implementação na Freguesia de Arroios.

II- Alargamento da recolha seletiva porta-a-porta de orgânicos ao setor residencial e novos estabelecimentos equiparados ao setor doméstico;
A presença de orgânicos no fluxo de indiferenciados é ainda bastante elevada, cerca de 41% pelo que o potencial de desvio deste material poderá ser decisivo para o aumento das taxas de reciclagem. Pretende-se desta forma, implementar a recolha seletiva porta-a-porta de orgânicos em cerca de 150 novos estabelecimentos comerciais equiparados ao setor doméstico, bem como, ao alargamento deste tipo de recolha ao setor residencial, prevendo-se abranger cerca de 6700 fogos em edifícios habitacionais com capacidade para armazenamento de todos os contentores (indiferenciados, papel/cartão, embalagens e orgânicos). 

III – Utilização de uma App Móvel “Gestão Inteligente de Resíduos”
A implementação desta medida tem por objetivo envolver os munícipes nas políticas de desenvolvimento sustentável do Município através da disponibilização, de uma forma transparente, de informação sobre o sistema de recolha implementado na zona de residência.

O Município de Lisboa com o alargamento da recolha seletiva Porta-a-Porta de papel/cartão e embalagens pretende contribuir para o aumento das quantidades recolhidas na origem de papel/cartão e embalagens com vista ao cumprimento das metas definidas. Com a implementação da medida de alargamento da recolha seletiva porta-aporta de orgânicos ao setor habitacional e novos estabelecimentos comerciais equiparados ao setor doméstico, pretende-se reduzir a quantidade RUB produzidos e o aumento da valorização orgânica e consequentemente reduzir a quantidade de RUB’S com destino ao aterro. Com a implementação da App pretende-se incentivar a participação dos cidadãos na separação dos resíduos urbanos com vista aumentar as taxas de reciclagem.

Designação do projeto: “LIFE PAYT – Tool to Reduce Waste in South Europe

Programa de financiamento europeu: LIFE+

N.º do projeto: LIFE15 ENV/PT/000609

Coordenação: Instituto Politécnico de Coimbra

Parceiros nacionais envolvidos: Câmara Municipal de Lisboa, Câmara Municipal de Aveiro, Câmara Municipal de Condeixa-a-Nova, Universidade de Aveiro

Parceiros internacionais envolvidos: Município de Larnaka (Chipre), município de Vrilissia (Grécia), Universidade Técnica Nacional de Atenas (Grécia)

Orçamento total do projeto: 2.517.571€, financiado em 1.351.945€

Duração do projeto: aproximadamente 3 anos (de 1-09-2016 a 31-12-2019). Aguarda-se a prorrogação do projeto até dezembro de 2020.
 
Descrição: O projeto internacional “LIFE PAYT – Tool to Reduce Waste in South Europe”, com a duração estimada de 3 anos, contempla um orçamento global de cerca de 2,5 milhões de euros e envolve diversos parceiros nacionais e europeus: Instituto Politécnico de Coimbra (coordenação), Câmara Municipal de Lisboa, Câmara Municipal de Aveiro, Câmara Municipal de Condeixa-a-Nova, Universidade de Aveiro, município de Larnaka (Chipre), município de Vrilissia (Grécia) e Universidade Técnica Nacional de Atenas (Grécia). É objetivo do projeto aplicar e estudar diferentes modalidades de sistemas PAYT nos 5 municípios envolvidos, por forma a promover a redução e reciclagem de resíduos urbanos e garantir a sustentabilidade económica do serviço prestado. No caso de Lisboa, será estudada a aplicação de um sistema tarifário de resíduos a grandes produtores, tendo por base a implementação de um sistema de gestão de frota e de controlo de contentores através da colocação de chips e de equipamentos de leitura RFID.
 
Links:
Website do projeto
Página Facebook do projeto
Programa LIFE
Projeto Programa LIFE


Call: H2020-DRS-2015

Topic: DRS-09-2015

Type of action: IA

Código da operação: 700174

Acrónimo: RESCCUE

Designação da operação: RESilience to cope with Climate Change in Urban arEas - a multisectorial approach focusing on water

Data de aprovação: 18/01/2016

Data de ínicio: 01/05/2016

Data de conclusão: 01/05/2020

Orçamento total do projeto: 8.023.342,50€

Financiamento União Europeia: 6.896.991,76€

Orçamento CML: 298.500,00€

Financiamento União Europeia (100%): 298.500,00€

Consórcio de parceiros portugueses: Laboratório Nacional de Engenharia  Civil, EDP Distribuição - Energia S.A., Águas do Tejo Atlântico S.A. e HIDRA - Hidráulica e Ambiente Lda.

Descrição:
Como as Nações Unidas afirmaram, a gestão de áreas urbanas tornou-se num dos mais importantes desafios do século XXI. Hoje vive-se num mundo de cidades, uma tendência que vai continuar a crescer no futuro. Presentemente, 54% da população mundial vive em áreas urbanas, valor que deverá aumentar para os 66%, em 2050.
As alterações climáticas constituem igualmente outra preocupação crescente, que coloca desafios ao modo de vida urbano. Um destes exemplos, é a possibilidade de  afectação  dos serviços urbanos básicos, como sendo o fornecimento de água ou de energia, e a interferência no funcionamento continuo da cidade.

RESilience to cope with Climate Change in Urban árEas (RESCCUE) – constitui uma abordagem multissectorial, estratégica e inovadora, virada para a construção e implementação de modelos e ferramentas informáticas, focadas no setor da água. A estratégia definida, pretende identificar directrizes para as cidades mundiais se tornarem mais resiliente aos desafios, físicos, sociais e económicos, e deste modo, contribuir para a preparação dos respetivos planos de resiliência.

Os modelos e ferramentas informáticas a construir pretendem em primeiro lugar, avaliar os impactos das alterações climáticas em vários sectores, e em seguida, interligá-los para avaliar a resiliência urbana actual baseada em cenários futuros. Os modelos e as ferramentas serão validados em três cidades diferentes, cuidadosamente selecionados pela sua representatividade em termos de diversidade europeia, clima e características: Barcelona, Lisboa e Bristol. As três cidades-piloto seleccionadas, estão integradas nas 100 Cidades Resilientes (100RC) da Fundação Rockefeller.Além disso, o plano de resiliência para cada uma dessas cidades será criado, com base no trabalho desenvolvido até ao momento, utilizando exemplos de lições apreendidas, modelos e ferramentas, bem como, situações vivenciadas, como o apagão elétrico sobreposto ao episódio de seca que afetou Barcelona em julho de 2007.

Esta abordagem centraliza-se nos riscos relacionados com o setor da água, no funcionamento da cidade e na diversidade e na quantidade de dados e informação existente para a gestão diraia e excepcional do sector da água.

http://www.resccue.eu/

Parceiros:
1 - AQUATEC PROYECTOS PARA EL SECTOR DEL AGUA SA Spain
2 - CETAQUA, CENTRO TECNOLOGICO DEL AGUA, FUNDACIÓN PRIVADA Spain
3 - FUNDACION PARA LA INVESTIGACION DEL CLIMA Spain
4 - OPTICITS Spain
5 - THE UNIVERSITY OF EXETER United Kingdom
6 - LABORATORIO NACIONAL DE ENGENHARIA CIVIL Portugal
7 - AJUNTAMENT DE BARCELONA Spain
8 - FUNDACIO INSTITUT DE RECERCA DE L'ENERGIA DE CATALUNYA Spain
9 - UN Habitat Belgium
10 - ENDESA DISTRIBUCION ELECTRICA S.L Spain
11 - CAMARA MUNICIPAL DE LISBOA Portugal
12 - EDP DISTRIBUICAO ENERGIA SA Portugal
13 - Hidra - Hidráulica e Ambiente Lda Portugal
14 - BRISTOL CITY COUNCIL United Kingdom
15 - Aqualogy Environment Limited United Kingdom
16 - UrbanDNA solutions LLP United Kingdom
17 - ÁGUAS DO TEJO ATLÂNCTICO SA Portugal
18 - ECOLE DES INGENIEURS DE LA VILLE DE PARIS France


Financiado pelo ProgramaHORIZON 2020 - Waste-6a-2015 (Innovation action)

Parceiros Europeus do Projeto: Cidades de Copenhaga, Hamburgo, Lisboa, Génova e os respetivos Clusters (ao todo são 22 parceiros europeus a seguir indicados)

Coordenador Europeu do Projeto: Cidade de Copenhaga

Coordenador do Cluster de Lisboa: Câmara Municipal de Lisboa

Budget financiado pelo Projeto: 9,7 M€

Duração do Projeto: 4 anos (De 1 de setembro de 2016 a 31 de agosto 2020)
 
 
Parceiros:

  • Københavns Kommune - DENMARK
  • Freie und Hansestadt Hamburg - GERMANY
  • Câmara Municipal de Lisboa - PORTUGAL
  • Comune di Genova - ITALY
  • Aage Vestergaard Larsen A/S - DENMARK
  • Teknologisk Institut (DTI) - DENMARK
  • Letbæk Plast A/S - DENMARK
  • Dansk Rotations Plastic ApS - DENMARK
  • Stadtreinigung Hamburg AöR - GERMANY
  • HafenCity University Hamburg - GERMANY
  • Hochschule für Angewandte Wissenschaften Hamburg - (Hamburg University of Applied Sciences) - GERMANY
  • Consist ITU Environmental Software GmbH - GERMANY
  • AURUBIS AG - GERMANY
  • Valorsul, S.A. (Valorização e Tratamento de Resíduos Sólidos das Regiões de Lisboa e do Oeste, S.A) - PORTUGAL
  • DARiACORDAR (ASSOCIAÇÃO PARA A RECUPERAÇÃO DO DESPERDÍCIO) - PORTUGAL
  • QUERCUS - ANCN (Associação Nacional de Conservação da Natureza) - PORTUGAL
  • AHRESP (Associação da Hotelaria, restauração e similares de Portugal) – PORTUGAL
  • AddaptCreative – PORTUGAL
  • Amiu Genova SpA - ITALY
  • Ecolegno Genova srl - ITALY
  • T.I.C.A.S.S. (TECNOLOGIE INNOVATIVE PER IL CONTROLLO AMBIENTALE E LO SVILUPPO SOSTENIBILE SCRL) - ITALY
  • Active Cells srl - ITALY

 
Descrição do projeto
 O projeto FORCE vem responder às prioridades definidas pela União Europeia no âmbito da “Economia Circular”. Por outro lado, concretiza uma série de Medidas previstas no “Plano Municipal de Gestão de Resíduos do Município de Lisboa”, nomeadamente nos Objetivos Estratégicos 1, 2 e 3 e nos Objetivos de Suporte 1, 2, 3 e 4.

No âmbito do Projeto FORCE irão ser trabalhados diferentes fluxos de materiais pelas seguintes cidades:

  • Plásticos – Cidade de Copenhaga;
  • Metais provenientes dos Resíduos de Equipamentos Elétricos e Eletrónicos (REEE) - Cidade de Hamburgo;
  • Madeiras - Cidade de Génova;
  • Bens alimentares e resíduos orgânicos - a Cidade de Lisboa é responsável pelo ciclo completo dos orgânicos, que inclui os bens alimentares/refeições e os resíduos orgânicos.


Cada cidade tem um Cluster de parceiros, com quem trabalha localmente. As soluções encontradas por cada cidade deverão ser replicadas nas restantes cidades Europeias parceiras.

Assim, no âmbito deste projeto, a Cidade de Lisboa terá de concretizar os seguintes objetivos específicos até ao ano 2020:

  • Objetivo 1: Prevenção do desperdício alimentar / Redução da produção de resíduos orgânicos – Sugestão: linha que abre ao click para aparecer a informação #O1
  • Objetivo 2 (O2): Implementação de compostagem doméstica e comunitária
  • Objetivo 3 (O3): Implementação da recolha seletiva porta-a-porta de resíduos orgânicos em áreas habitacionais e alargamento da recolha porta-a-porta de orgânicos a mais estabelecimentos de restauração, hotelaria e similares
  • Objetivo 4 (O4): Criação de dois “Repair Cafés”
  • Objetivo 5 (O5): Criação de um “Centro de Reutilização” para móveis usados e outras madeiras
  • Objetivo 6 (O6): Exposição de obras de arte urbana produzidas por artistas, através da reutilização de resíduos de plástico
  • Objetivo 7 (O7): Elaboração de Relatórios e divulgação dos resultados do Projeto

Para cada objetivo, Lisboa propõe-se realizar diversas ações:

#O1.
Prevê-se o desenvolvimento de uma “App Online Network Tool” inovadora que irá gerir simultaneamente informação relativa aos excedentes alimentares (perecíveis e de curta  duração) a recuperar e a redistribuir, aos doadores de bens alimentares (supermercados, grandes empresas, restaurantes, hotéis, empresas de catering, etc.), aos beneficiários, às entidades envolvidas na rede de distribuição alimentar (Juntas de Freguesia, IPSS e ONG) e ainda aos produtores de resíduos orgânicos. Irá também gerir informação sobre os circuitos de remoção de resíduos orgânicos da CML e sobre o composto produzido na Estação de Tratamento e Valorização Orgânica da Valorsul, fechando assim o ciclo dos orgânicos. 

Adicionalmente, irá ser elaborado o “Manual do Utilizador da App” e desenvolvida uma plataforma para “Online Reporting” onde poderão ser visualizados os principais indicadores de desempenho no que diz respeito à distribuição de bens alimentares doados e à atividade de recolha de resíduos orgânicos da CML. A DARiACORDAR/Movimento Zero Desperdício, a ADDAPTCREATIVE e a CML são os parceiros envolvidos no desenvolvimento destas atividades.

Será ainda publicado um “Manual de Replicação” de uma rede de distribuição de bens alimentares em qualquer cidade do mundo, com base no modelo Zero Desperdício. Este manual está a ser redigido pela DARiACORDAR (Movimento Zero Desperdício) e conta com a colaboração da CML.
 
#O1. #O2. #O3.
Para além disto, pretende-se desenvolver três campanhas de sensibilização com objetivos e públicos-alvo distintos, que visam:

  • a redução do desperdício alimentar, a angariação de grandes doadores de bens alimentares e a utilização massiva da App por parte dos mesmos;
  • a implementação de compostagem comunitária e doméstica em 4.000 fogos, em zonas de moradias e condomínios com jardim;
  •  a implementação da recolha seletiva porta-a-porta de resíduos orgânicos em  6.700 fogos, localizados em condomínios com “casa do lixo” de grandes dimensões, e ainda o alargamento de recolha seletiva porta-a-porta de orgânicos a mais 150 estabelecimentos de restauração, hotelaria e similares.

 Relativamente às campanhas de sensibilização relacionadas com a compostagem e com a recolha seletiva porta-a-porta de resíduos orgânicos, os parceiros envolvidos nestas atividades são: a CML, a VALORSUL – Valorização e Tratamento de Resíduos Sólidos das Regiões de Lisboa e do Oeste e a QUERCUS.

A AHRESP- Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal irá colaborar nas campanhas de sensibilização direcionadas para os estabelecimentos do canal HORECA.
 
#O4.
No que diz respeito aos Equipamentos Elétricos e Eletrónicos, pretende-se criar dois “Repair Cafés” no centro de Lisboa, criar quatro green jobs e doar pequenos eletrodomésticos que sejam reparados nesses locais. Os munícipes podem também reparar os seus pequenos equipamentos elétricos com a ajuda de voluntários ou profissionais. Os parceiros envolvidos são a “Rede Social de Lisboa” e Escolas Técnico Profissionais.
 
#O5.
Pretende-se ainda criar um  “Centro de Reutilização” para móveis usados e outras madeiras passíveis de reutilização e redesign por parte de artistas e munícipes e melhorar a separação destas madeiras nos circuitos de recolha de “Monos” e nos centros de receção das madeiras. Os parceiros são ateliers de madeiras do tipo “Projeto reMix”, “Fermenta Associação” e “Monstros – Reciclagem de Mobiliário” e Escolas de Arte.
 
#O6.
Relativamente aos plásticos, prevê-se o lançamento de uma “Call for Artists” para criação de obras de arte urbana a partir da reutilização de resíduos de plástico, bem como a organização de uma exposição e a publicitação do evento. Os parceiros envolvidos são a Galeria de Arte Urbana e a Mistaker Maker – Associação de Intervenção Criativa.
 
Ao longo destes 4 anos do projeto, as Cidades de Lisboa, Copenhaga, Hamburgo e Génova irão produzir diversos Relatórios Técnicos, designados por “Deliverables” e “Milestones”, que irão ser divulgados/disseminados com o objetivo de replicar as soluções implementadas noutras cidades do mundo.

Links:
Website do projeto
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Designação da Operação: Operação Melhor Iluminação Pública em Lisboa

Código da Operação: LISBOA-02-0765-FEDER-000809

Investimento Total: 437.621,10 €

Investimento Elegível Aprovado: 291.955,89 € 

Taxa de financiamento: 50%

Comparticipação FEDER (Fundo Aprovado): 145.977,95 €

Estado: Concluída

Através da candidatura ao QREN/PORLisboa “Operação Lisboa-02-0765-FEDER-000809 – Melhor Iluminação Pública” a CML procedeu à substituição de todos os equipamentos de iluminação pública com tecnologia de vapor de mercúrio, sob sua gestão, por outras soluções energética e ambientalmente mais eficientes e menos poluentes (substituição por lâmpadas de vapor de sódio, luminárias de melhor rendimento e colocação de balastros electrónicos com redução de fluxo luminoso).

Deu-se, assim, cumprimento às medidas do Plano Nacional de Acção para a Eficiência Energética (PNAEE) - Resolução do Conselho de Ministros n.º 80/2008, como a do phase-out de lâmpadas de vapor de mercúrio na iluminação pública. Esta intervenção em 2644 pontos de luz com lâmpadas de mercúrio, conduziu a uma poupança de cerca de 911 265 kWh/ano e de 81.103 €/ano.

Por outro lado, a CML candidatou também outra componente, com resultados mais intangíveis mas nem por isso menos importantes. Trata-se de melhorar o sistema de informação de apoio à gestão da iluminação pública, uma vez que as aplicações existentes careciam de integração, eram sectoriais, fragmentadas e de difícil actualização. Um bom sistema de informação é essencial para a tomada de decisões esclarecidas por parte da CML, bem como para dar uma resposta rápida e eficaz ao nível da manutenção dos cerca de 65.000 pontos de luz existentes na cidade.


Acrónimo: AGEO

Designação do Projeto: Platform for Atlantic Geohazard Risk Management

Código do Objeto: EAPA 884/2018

Programa de Financiamento: INTERREG Atlantic Area

Objetivo principal: Strengthening the territory’s resilience to risk of natural, climate and human origin

Data de início: 01/06/2019

Data de conclusão: 31/05/2022

Orçamento global do Projeto: 3.223.240,00€

Total cofinanciado (75%): 2.417.430,32€

Orçamento CML: 410.400,00€

Descrição: A região do Atlântico está exposta a uma série de eventos de baixa probabilidade / alto impacto e embora disponha de vários cenários de risco, necessita da definição de ações mitigadoras e de preparação da população para promover respostas eficazes.

A AGEO tem como objetivo implementar uma nova forma de inter-relação entre a sociedade civil e as autoridades locais de forma a promover o desenvolvimento de capacidades e encorajar o uso de produtos e serviços inovadores de observação da Terra para reportar situações de risco.

O projeto promoverá uma adoção mais eficiente dos dados obtidos a partir do satélite Copernicus.

A AGEO lançará vários pilotos de Observatório de Cidadãos sobre riscos ambientais de acordo com as prioridades regionais, para demonstrar como o envolvimento dos cidadãos na prevenção de riscos geológicos pode fortalecer os sistemas de gestão de riscos regionais e nacionais.

Coordenação: Instituto Superior Técnico – Leader Partner

Parceiros:

  • Associação Portuguesa de Geólogos (PT)
  • La Palma Research Centre (ES)
  • Instituto Geológico y Minero de España (ES)
  • Université de Bretagne Occidentale (FR)
  • United Kingdom Research and Innovation - British Geological Survey (UK)
  • University College Dublin (IE)
  • Centre d’Etudes et d’Expertise sur les Risques Environnement Mobilité
  • et Aménagement (FR) Laboratório Nacional de Energia e Geologia (PT)
  • Universidad de La Laguna (ES)
  • Laboratório Nacional de Engenharia Civil (PT)
  • Universidade da Madeira (PT)
  • Câmara Municipal de Lisboa (PT)

Contactos:
Cláudia Narciso Pinto (Gestão Projeto)
Divisão de Cadastro/DAP/DMGP
Câmara Municipal de Lisboa
Tel: +351 21 798 87 45
Email:  claudia.pinto@cm-lisboa.pt

Links:
www.ageoatlantic.eu

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Projeto: Trilhos de Monsanto

Estado: Concluído

Descrição: Implementar uma rede hierarquizada de caminhos, que promovam a mobilidade suave e de recreio no Parque Florestal do Monsanto:
1. Percursos de corrida / ciclovias: via de circulação rápida para peões e bicicletas, interiores ao parque, de traçado longo e rápido; espaço de circulação tem a largura mínima de 2,5 m.
2. Percursos de passeio pedonal / ciclovias e para cavaleiros, sempre em circulação lenta (de passeio). Ο espaço de circulação terá uma largura mínima de 1,5m /2,5 m de largura.
3. Trilhos de interpretação: percursos uso exclusivo de peões, lentos, sinuosos e apoiados em informação de interpretação. Ο espaço de circulação tem a largura mínima de 1,5 m.

Custo total do investimento: 439.951€

Comparticipação do Turismo de Portugal, IP: 346.682€